Eu ee Meu PassatãoO

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MTM "music tuning machine" julho 2010

sexta-feira, 22 de abril de 2011

"A pena do galo verde"

No dia 18 de agosto de 1940, o Corinthians enfrentava o Palmeiras, seu maior rival, no Parque São Jorge, então um torcedor do Palmeiras levou para a arquibancada um galo verde simbolizando o seu time. O Corinthians venceu o jogo por 2 a 0 e no final do jogo, os torcedores corintianos pegaram e depenaram o galo todo. Até hoje existe uma pena desse galo no memorial do clube, o episódio ficou conhecido como "A pena do galo verde".

A origem do Mosqueteiro


Três anos após a sua fundação, em 1913, uma divisão no Campeonato Paulista gera os torneios da APEA e da Liga, onde estavam apenas três clubes: Americano, Gêrmania e Internacional.
Por isso, ficaram conhecidos como os 'Três Mosqueteiros'. O Corinthians queria entrar na Liga, mas para isso, precisava vencer o Minas Gerais e o antigo São Paulo.
Venceu e se juntou aos demais mosqueteiros, tornando-se um 'D'artagnan'. A partir disso o mosqueteiro se tornou a mascote do clube. Porém, outra versão para a origem da mascote é a de que o jornalista Tomás Mazzoni teria dito, depois de uma vitória do Corinthians sobre o Barracas, que o clube paulistano demonstrou “fibra de mosqueteiro”, e o apelido teria ficado.

Simbologia Do Timão


1910. Os operários Joaquim Ambrósio, Carlos da Silva, Rafael Perrone, Antônio Pereira e Anselmo Correia; todos do bairro do Bom Retiro, fundam o principal clube de futebol do Brasil: o Sport Club Corinthians Paulista. Na foto, a equipe de 1910, antes de disputar uma partida nos campos de várzea da Lapa.



1913. Enquanto o Corinthians jogou na varzea, (1910 a 1913), as camisas não tinham distintivo. O primeiro foi criado as pressas, para a disputa da vaga na Liga Paulista de Foot-Ball. Continha apena as letras C e P, de Corinthians Paulista, maisculas e sobrepostas. Permaneceu até 1914 nos jogos contra o Torino.

1914. O primeiro escudo foi criado pelo litógrafo Hermogenes Barbuy (irmão do craque Amilcar). Surge o S de Sport. O C passa a valer para Club e Corinthians.



1916. O fundo agora é redondo. Permanecem as letras S,C e P entrelaçadas.
 Até 1918 surgem variações do desenho com a volta do escudo de Hermogenes Barbuy com fundo preto.




1919. O distintivo já se aproxima do atual formado por um circulo negro, com o nome completo e a data da fundação em branco, e a bandeira paulista sem as treze listras.



1930. Surgem a âncora e os remos vermelhos que se referem aos esportes nauticos praticados no clube. Arte final de Francisco Rebolo Gonsales, ex-jogador do segundo quadro em 1922.
A partir de então, o simbolo sofreu poucas alterações, como a descrição fiel da bandeira paulista com as treze listras. 


Concluindo a evolução, chegamos no escudo atual, com uma pequena borda ao redor dos remos, ancoras etc. Este com certeza é o simbolo de clube mais bonito do mundo!